"Onde está a justiça neste mundo? Onde o mal faz tanto barulho e a moralidade surpreende! Sem sabedoria, toda a riqueza do mundo nos tornam pobres! Sem humildade não há força. A fraqueza é uma doença sem cura. E a guerra é sempre a escolha de quem não tem que lutar".
A Amazônia não é uma prioridade real para os brasileiros, mas é uma prioridade mundial
VEM DA AMAZÔNIA a má notícia de que o desmatamento cresceu além das previsões. Mas o que se chamava de boa notícia, em anos anteriores, afinal não era nada de tão bom assim: registrou-se, apenas, que o ritmo da devastação estava caindo e não que a tivessem interrompido, por um dia só que fosse. Vou perdendo a paciência com essas estatísticas e gostaria de fazer uma observação simples e radical. Não tenho nem um centésimo das informações que meu xará da Folha, Marcelo Leite, pode dar sobre o assunto, e espero que desta vez não o confundam comigo, coisa que acontece com freqüência. Sempre que alguém fala em "internacionalizar a Amazônia", surge um grito de guerra: "A Amazônia é nossa!". Mas como assim, "é nossa?". A Amazônia, no momento, é dos que a invadem e devastam. Sejam madeireiros, plantadores de soja, pecuaristas, mineradoras ou fabricantes de ferro-gusa que, segundo documento divulgado pela Confederação Nacional da Agricultura, precisam de mais florestas para fazer carvão do que os bois precisam de pastagens. A Amazônia seria "nossa" se o poder público tivesse condições de impor a lei naquela região, se conseguisse fiscalizar e punir quem promove o desmatamento. Mas o poder público brasileiro não consegue sequer fiscalizar e impor a lei dentro dos presídios de segurança máxima... Lugares onde, se existe algum, a fiscalização deveria ser total e o império da lei assegurado à risca. Quando ocorre algum genocídio não sei em que lugar do mundo, é natural que se peça a intervenção da ONU. O que não significa dar carta-branca para uma potência tomar conta das riquezas de um país. O que ocorre na Amazônia tem tudo para ser tão preocupante quanto um genocídio. A humanidade inteira é vitimada enquanto nós, brasileiros, agimos como aqueles manifestantes sérvios que orgulhosamente desafiavam as tropas internacionais, em completo desprezo pelas minorias étnicas que eram dizimadas por ali. Achamos correto quando crimes contra a humanidade são submetidos a tribunais internacionais. Pouca gente se dispôs a defender Pinochet quando um juiz espanhol considerou que as fronteiras chilenas não o protegiam do que fez contra o gênero humano. Talvez não seja adequado levar os responsáveis pela devastação a um tribunal suíço. O caso em prol da Amazônia pode ser enunciado de forma diferente. Trata-se de devolver às populações locais uma terra que pode ser explorada racionalmente se contar com ajuda, fiscalização e verbas do mundo inteiro. Se governos estrangeiros e entidades internacionais, em concordância com o Brasil, puderem intervir no sentido de fazer da floresta uma região de preservação ecológica mundial, creio que a Amazônia seria mais "nossa" (isto é, de quem vive lá e não a derruba) do que é atualmente. Outras "soluções", para dizer francamente, não me parecem soluções. Quem imagina que o Ibama, o Exército, a Polícia Federal dispõem de recursos suficientes para tomar conta de tudo aquilo? E que direito temos nós de mascarar nossa ineficiência, nosso desleixo, com um nacionalismo que não engana ninguém? O fato é que a Amazônia não é uma prioridade real para os brasileiros, que têm problemas terríveis a resolver bem mais perto -debaixo de cada ponte e viaduto urbano, para dizer o óbvio. Mas é uma prioridade mundial. Parece-me infantil dizer que os americanos vão chegar aqui e tirar "nossas" riquezas. Quem está acabando com elas, e enriquecendo à custa de todo o planeta, é a madeireira (nacional ou não, isso pouco importa), o pecuarista, o plantador de soja. O governo brasileiro bem que gostaria, imagino, de limitar esse enriquecimento. Mas não é objetivamente capaz disso. Concordo que "internacionalização" é uma palavra forte demais. Sugere a entrega de nossa soberania, sem nada em troca. Outras fórmulas, mais suaves, podem ser concebidas pelos especialistas no assunto. Não sou especialista no assunto. Pessoalmente, não temo usar a palavra. Nossa soberania, afinal, não existe. Existiria se pudéssemos impor nossa vontade sobre a região. Ano após ano, é precisamente isso o que verificamos não acontecer.
Então, depois de um longo e tenebroso período de provas que aparentemente acabaram, voltei e com uma musiquinha para acalmar os nervos... os meus pelo menos...
Tequila diminui risco de câncer, dizem cientistas mexicanos
A tradicional tequila mexicana ajudaria a prevenir o câncer, a úlcera e a colite, segundo especialistas da Universidade de Guadalajara, que estudaram o agave azul, a planta da qual se extrai a famosa bebida.
Os cientistas descobriram que o agave contém um polissacarídeo útil para "elaborar microesferas que poderiam transportar de forma segura ao colo a substância ativa de medicamentos para combater males que afetam esse órgão".
De acordo com um artigo publicado pelos especialistas mexicanos na Associação Americana de Química, a "fruta do agave promove o crescimento da flora intestinal, ajuda a absorver o cálcio e regula a absorção de lipídios".
O estudo não indica, porém, se existe uma dose ideal de ingestão de tequila para prevenir o câncer de colo, a úlcera estomacal ou o duodenal.
A famosa bebida é produzida principalmente na região de Tequila, no ocidente do Estado de Jalisco, de onde é exportada para todo o mundo.
Fazia um tempão que eu não aparecia por aqui...então volto com um textinho que vale à pena ser lido, não é meu não, mas é bom... hehehe
O "plano B"
[...] O DETERMINADO CHEGA AONDE PLANEJOU, ESCOLHENDO O MELHOR CAMINHO; O TEIMOSO FICA NO CAMINHO PREVIAMENTE ESCOLHIDO, TENTANDO FAZER COM QUE ELE O LEVE AO SEU OBJETIVO
Ao perceber que não poderia manifestar pessoalmente os meus votos na comemoração do 21º aniversário de um amigo, resolvi lhe escrever uma mensagem que fosse além dos votos de felicidade eterna e de pleno sucesso, existentes só nos domínios da fantasia. O que recomendar, porém, a quem acaba de atingir a plenitude do seu desenvolvimento físico e que mal começa a perceber os limites da sua capacidade psíquica e cognitiva? Reportei-me ao passado, buscando entender o que eu gostaria de ter compreendido na mesma idade e que poderia me ter sido útil dali em diante. Nada encontrei ligado a um tema específico nem senti falta de qualquer previsão importante que, na época, teria sido útil para a tomada de decisões. Primeira conclusão: andar a gente aprende andando. Mesmo assim insisti, relembrando os sonhos daquela idade. Percebi que alguns se realizaram exatamente como eu imaginara, enquanto outros chegaram perto. A maioria, porém, ficou no fértil universo do imaginário. Por outro lado, grande parte das realizações atuais não estava entre as expectativas de outrora. Curiosamente, dessa aparente dissonância entre o sonho e a realidade só restou um sentimento de desagrado quando não houve uma solução alternativa. Segunda conclusão: sonhar é fundamental; realizar é opcional. Pronto, descobri o que gostaria de dizer a quem tem muitos anseios atuais e uma longa expectativa de vida para edificá-los. Não há por que limitá-los por serem aparentemente irrealizáveis. Mais importante é encontrar mais de um caminho para atingir cada objetivo. Assim, haverá menor risco de nos tornarmos reféns de uma condição isolada. O "plano B" passa a ser uma boa alternativa quando o "A" se mostra inviável. Tenho aprendido muito sobre esse assunto com aqueles que já viveram mais do que eu e cujas experiências demonstram que o conjunto da obra depende muito mais da capacidade de encontrar o melhor caminho durante a viagem do que de tê-lo idealizado nos mínimos detalhes antes de iniciá-la. Assim entendendo, fica mais simples diferençar a determinação necessária para que o objetivo seja alcançado da teimosia que impede a escolha de um plano alternativo. Para isso, o tempo é um grande aliado. Sempre poderemos aprender a preparar vias alternativas para chegar aonde queremos desde que tenhamos a flexibilidade necessária para reconhecer um obstáculo intransponível. Terceira conclusão: o determinado chega aonde planejou, escolhendo o melhor caminho. O teimoso fica no caminho previamente escolhido, tentando fazer com que ele o leve ao seu objetivo. Escrevi, finalmente, a mensagem. Além de lhe desejar uma vida longa e repleta de desafios, recomendei que fosse generoso consigo mesmo, dando-se muitas opções para a realização dos seus sonhos. Não há motivo para pressa. A arte de escolher acertadamente é tarefa para o longo prazo. Os idosos que conheço que estão satisfeitos com a vida seguem criando seus "planos B". Talvez seja essa uma das principais estratégias para fazer da longevidade um caminho igualmente interessante, a despeito de quanto cada um já o tenha percorrido.
WILSON JACOB FILHO , professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas (SP), é autor de "Atividade Física e Envelhecimento Saudável" (ed. Atheneu) wiljac@usp.br
Tantas coisas acontecendo, tanta tristeza, tanta desesperança, tanto desamor que às vezes até eu uma crente assumida, me deixo levar pela descrença e desesperança... mas não posso, porque pensa assim quem não faz nada, quem senta e espera para assistir e dizer... eu sabia...eu não disse...era só uma questão de tempo... Sim uma questão de tempo, o mesmo tempo que poderia ter sido usado para se fazer algo e mudar o resultado... O terrível acidente da TAM que tanta tristeza causou e a tantas famílias desestruturou foi mais um horror no meio de tantos que ocorrem todos os dias no Brasil... fome, bala pedida, assalto, violência e mais mortes e mais famílias destruídas e eu pergunto: onde estão os governantes, as autoridades, aqueles que "vão punir os responsáveis"? Estariam eles as voltas com seus próprios problemas e com suas próprias vidas, esquecendo do próximo? Talvez não deva usar o termo próximo, pois os séticos, atéus, ou sei lá quem mais, poderia dizer que isto é coisa de religião, de crente, de evangélico, de protestante... eu chamaria apenas de cristãos, mas okay, posso trocar por povo, por eleitor, por brasileiro mas a troca do substantivo, não muda o fato de estarmos sós...jogados a própria sorte, talvez azar fosse o termo mais apropriado, de não termos governantes preocupados em fazer e não aparecer, de mudar e não maquiar... Bom diante da atual realidade, o que nos resta, então, é mudar (não de país, pois esta é solução para aqueles que contribuiram para o caos)... e para isto devemos começar por nós mesmos, por nossa atitude, nossa postura contemplativa, por ativa... Eu posso, todos podemos...
Fazia um tempão que não passava por aqui, então, para me redimir volto em grande estilo trazendo Cidade Negra...grupo que amo...Espero que vocês gostem tanto quanto eu gosto... Beijinhos e até...
Ainda com Cidade Negra... agora com poesia ...Para Você um lindo final de semana inspirado por DEUS...
Realidade Virtual
Pois quando você passa e eu vou atras O mal do dia- a dia já me lembro mais E mata minha sede, e cura minha dor Cê intente do que eu falo mas não quer saber Mas também não precisa me responder Está na tua cara não dá pra esconder Pois quando você passa e eu vou atras O mal do dia- a dia já me lembro mais E mata minha sede, e cura minha dor Cê intente do que eu falo mas não quer saber Mas também não precisa me responder Está na tua cara não dá pra esconder A nossa história parece um filme Que assistimos na semana passada Final feliz, isso é normal Realidade é muito mais virtual Não tem recentimento Pois contigo aprendi Que desse amor não podemos fugir Cartas sobre a mesa não podemos negar Nada é perfeito, mas eu quero é jogar. Eu quero é jogar Pois quando você passa e eu vou atras O mal do dia- a dia já me lembro mais E mata minha sede, e cura minha dor Cê intente do que eu falo mas não quer saber Mas também não precisa me responder Está na tua cara não dá pra esconder O problema é que pra mim você perdeu a pose É tudo igual Marlene, Beth Davis ou Rose A rosa que te dei já não perfuma mais A nossa história parece um filme Que assistimos na semana passada Final feliz, isso é normal Realidade é muito mais virtual Não tem recentimento Pois contigo aprendi Que desse amor não podemos fugir Cartas sobre a mesa não podemos negar Nada é perfeito, mas eu quero é jogar... Eu quero é jogar